terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Antena Wi-Fi em spray pode ser usada em qualquer superfície

 A dificuldade de encontrar um sinal Wi-Fi, ou uma fonte de recepção/transmissão de sinais para dispositivos sem fio pode estar chegando ao fim, com a solução da empresa Chamatech: um spray que pode pintar antenas de transmissão de dados em qualquer tipo de superfície ou objeto.

Antena spray Wi-Fi pode ser usada em qualquer superfície (Foto: Divulgação)


O conceito foi apresentado durante o evento “Solve for X”, um fórum patrocinado pelo Google, que tem como objetivo encorajar e ampliar iniciativas que visam encontrar soluções para grandes problemas do planeta. O fator “X” proposto no evento é resultado da somatória de um grande problema, uma solução radical e uma tecnologia inovadora.
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A ideia do spray da Chamatech é simples, inovadora, e bem funcional. Através de um spray que libera um material especial, toda e qualquer superfície pode se transformar em uma “antena Wi-Fi virtual”, que é capaz de transmitir e receber sinais de de dados, além de melhorar a recepção de outros dispositivos presentes no ambiente.

Na prática, com o spray, qualquer parede, mesa, cadeira ou objeto pode se transformar em uma antena Wi-Fi. Além de ampliar a capacidade de transmissão do sinal sem fio em uma residência, é uma forma barata de oferecer essa conectividade para locais de baixa renda. Com um produto que custa bem menos do que um roteador sem fio, residências e estabelecimentos comerciais e de ensino podem, por exemplo, reforçar a potência do sinal WiMax de uma cidade, ou até mesmo do roteador doméstico.

Outra vantagem prometida pelo kit desenvolvido pela Chamatech é que o usuário poderá utilizar a antena em spray para ampliar a capacidade de recepção de sinais sem fio de smartphones, tablets e computadores. E a melhor parte: tudo isso, com um menor consumo de bateria desses equipamentos, e com um alcance maior do sinal.

Para se ter uma ideia da eficiência do projeto, eles transformaram uma árvore comum em uma antena, que é capaz de transmitir o sinal VHF a uma distância superior a 22 km. Ou seja, o dobro do que uma antena comum é capaz de transmitir. Sobretudo, quando utilizado em smartphones, o spray é capaz de aumentar o nível de sinal em, pelo menos, 10%.

Governos de diversos países já demonstraram interesse na antena em spray, para utilização em seus departamentos de defesa. Abaixo, vídeo que explica o projeto.


 Via Gizmologia

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Aplicativo vai permitir que médicos vejam interior dos pacientes pelo iPad


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Imagens capturadas com o EndoSync (Foto: Reprodução)

O funcionamento é simples: um transmissor é instalado na ponta da câmera endoscópica que entra no corpo do paciente. Ele envia as imagens, em tempo real via conexão Wi-Fi, para um tablet com o aplicativo eGoPad instalado. Os doutores acompanharão tudo pelo iPad e aproveitarão as outras funções do aparelho para auxiliá-los no diagnóstico.
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CEO da Envisionier, David Guy, explicou que o dispositivo cria conexão Wi-Fi, sem depender do hospital para realizar a transferência das imagens. O EndoSync apresenta a opção de se conectar a mais de um aparelho, o que facilita o compartilhamento de informação entre uma equipe médica.
Além disso, é possível sincronizar informações com um servidor de armazenamento em nuvem, o que facilita o acesso aos dados dos exames de cada paciente em qualquer lugar. O EndoSync ainda conta com um suporte flexível para iPad, contribuindo para uma boa visualização do exame.
Via Mashable

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Apple pode anunciar o iPad 3 na primeira semana de março




A espera pode estar chegando ao fim. Como em todo lançamento da Apple, o iPad 3 também é muito esperado pelos usuários, e especulado por jornalistas, blogueiros e especialistas em tecnologia. E fontes muio próximas da empresa de Cupertino confirmam que a empresa escolheu a primeira semana de março para o evento de lançamento do novo tablet de terceira geração.
iPad3 deve ser anunciado em março (Foto: Reprodução)


A Apple não marcou nenhum evento de apresentação de um novo produto para o mês de fevereiro, só tendo realizado o evento de lançamento dos aplicativos educacionais em janeiro, mas a própria Apple tratou o evento de Nova York como “evento especial”. Para a estratégia de vendas da Apple, o anúncio de um novo produto no mês de janeiro, com chegada ao mercado ou pré-venda estabelecida ainda no primeiro trimestre de cada ano é fundamental para manter o fluxo da empresa em alta, e seus produtos em evidência.

Fontes próximas à Apple afirmam que a empresa escolheu a primeira semana de março para lançar o sucessor do iPad 2, e promete fazer em grande estilo, como foi em todos os seus eventos especiais. Deve acontecer em San Francisco, possivelmente no Yerba Buena Center for the Arts, o local preferido da empresa para grandes anúncios como esse. Até o momento, nada é dito sobre a data oficial de chegada ao mercado do novo tablet, mas muitos acreditam que a Apple deve seguir o mesmo cronograma do iPad 2, que já estava disponível para o mercado norte-americano uma semana depois do seu anúncio.

Muita coisa se fala sobre como será o futuro iPad 3. Todos os indícios indicam que o modelo terá a mesma aparência física do iPad 2, mas com recursos de hardware tornarão a sua performance muito mais rápida, como um novo processador, uma unidade de processamento gráfico melhorada, uma nova tela com Retina Display, com resolução de 2048 x 1536 (ou algo próximo a isso), e uma bateria maior, para uma maior autonomia de uso.

Obviamente, a Apple se recusa a comentar rumores. Mas… e você, leitor do TechTudo? O que acha? 2012 será o ano do iPad 3?

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

NVIDIA conta detalhes sobre a evolução do processamento gráfico


Gerente de vendas da NVIDIA esteve na Campus Party para contar como é a relação da empresa com o futuro.


Arnaldo Tavares, gerente de vendas da divisão Cone Sul da NVIDIA, subiu ao palco Jogos daCampus Party Brasil 2012 ontem, para contar como está a relação da empresa com o futuro dos jogos e outros aplicativos que demandam muita potência gráfica. Para começar a palestra, Tavares citou as diferenças gritantes que existem entre as imagens geradas hoje e as processadas no começo dos anos 90.

Mas ele não se prendeu aos jogos para falar sobre a evolução das GPUs existentes no mercado. O principal foco da palestra estava na utilização profissional de placas de vídeo, que hoje podem ser utilizadas para simulações realistas e muitas outras funções. Nesse momento ele revelou que a NVIDIA tem planos para segmentar melhor seus produtos.

Atualmente, grande parte dos esforços da empresa estão destinados à promoção das GPUs GeForce, que são as mais recomendadas para os gamers, pois são os processadores gráficos que melhor se adaptam às aplicações DirectX. O problema, segundo Tavares, é que profissionais acabam optando pela GeForce por desconhecer o poder gráfico de outro produto.

(Fonte da imagem: Reprodução/Adrenaline) 

Segundo ele, softwares que exigem muita potência gráfica, mas não demandam muita memória GDDR (novamente, estamos falando sobre aplicativos profissionais, com processamento 3D), adaptam-se muito melhor a outro tipo de GPU: as Quadro. Esses processadores gráficos (também da NIVIDA) são muito mais compatíveis e dedicados a aplicativos OpenGL.

Tavares também foi enfático ao citar a importância das GPUs Quadro no futuro da ciência. Ele lembrou que os processadores gráficos estão tornando o acesso à máquinas potentes muito mais simples e barato. Isso deve facilitar (e muito) pesquisas e cálculos avançados, mesmo em instituições que não dispõem de tantos recursos financeiros.

Para finalizar, o gerente da NVIDIA falou sobre jogos eletrônicos. Um pouco polêmico, disse que os computadores estão cada vez mais evoluídos e afirmou que, em breve, os consoles não vão mais conseguir acompanhar os passos dos games de PC. Tavares ainda disse que "gamers high-end" sempre vão preferir os computadores, pois consoles são para quem quer facilidade.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/campus-party-brasil-2012/19222-nvidia-conta-detalhes-sobre-a-evolucao-do-processamento-grafico.htm#ixzz1ltaDvfRT

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Qual a diferença entre adaptadores wireless de 54 Mbps, 150 Mbps e 300 Mbps?


Entenda como as diferenças entre as tecnologias definem os padrões de velocidade de transferência de dados.




Se você já comprou um modem ou roteador e utiliza em sua rsidência conexão Wi-Fi, certamente já deve ter notado nas especificações do equipamento um protocolo numérico relativo ao tipo de Wi-Fi com a qual o produto é compatível. Entretanto, dados como 802.11n, 802.11g ou 802.11b não são autoexplicativos e é natural que surjam dúvidas sobre quais as diferenças existentes entre eles. 

Entender qual é o significado de cada um deles é fundamental, em especial se você deseja navegar sempre nas mais altas velocidades possíveis. E, para isso, não basta apenas contratar um plano de dados com um alto custo. É preciso, também, que os seus equipamentos possam suportar a quantidade de dados solicitada.

Para entender melhor como isso funciona, é interessante compreender alguns conceitos de frequência e padrões de qualidade. É a partir deles que os protocolos de Wi-Fi são liberados, e são eles que determinam quais são as velocidades máximas de comunicação entre o computador e o roteador.
Faixa de frequência


Todos os aparelhos Wi-Fi operam a partir de ondas de rádio. Assim, como muitos outros produtos, eles utilizam o mesmo espaço para poder se comunicar. Para que não haja nenhum tipo de interferência entre produtos distintos, são determinadas faixas específicas de operação, às quais os aparelhos, obrigatoriamente, devem se adaptar.

GPS, celulares, portas de garagem e emissoras de TV e rádio são alguns exemplos de aparelhos que, embora utilizem o mesmo tipo de onda, operam sob frequências distintas para que não haja conflito. 

A faixa de frequência de um aparelho é determinada em convenção internacional pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers). A entidade é responsável por redigir as normas técnicas e disponibilizá-las à indústria, de forma que o padrão seja seguido na fabricação dos aparelhos. Alguns exemplos:
Transmissão de rádio AM: entre 530 e 1610 kHz;
Emissoras de TV: entre 54 e 88 MHz;
Transmissão de rádio FM: entre 88 e 108 MHz;
Wi-Fi: entre 2,4 GHz e 5 GHz.
Taxas de transferência de dados


Para que possam operar dentro da faixa destinada, os aparelhos de propagação e recepção de sinal Wi-Fi seguem normas e protocolos específicos. No que se refere à transmissão de dados, os padrões escolhidos são identificados pela codificação numérica chamada Classificação Decimal de Dewey, sistema similar ao utilizado nas bibliotecas para catalogação de livros.

O sistema define um número de três dígitos seguido de um ponto e outros dois dígitos. A classificação utilizada atualmente é o 802.11, seguido de uma letra para identificar a certificação mais atualizada, incluindo normas de segurança e padrões de qualidade.

Para que haja compatibilidade entre os sistemas mais antigos e as atualizações recentes, os protocolos mais novos, obrigatoriamente, devem suportar as notações anteriores. Assim, mesmo aparelhos antigos são capazes de receber sinais de outros mais novos, ainda que com menor qualidade.

Os padrões 802.11a e 802.11b foram definidos em 1999. O primeiro opera em uma frequência de 5 GHz e é capaz de transferir, no máximo, 54 Mbps. Já o padrão 802.11b opera numa frequência de 2,4 GHz e é capaz de transferir, no máximo, 11 Mbps.

O padrão 802.11a, por sua baixa capacidade e incompatibilidade com novas atualizações de segurança e codificações, aos poucos está saindo do mercado. Já o 802.11b, por ser utilizado em especial para transmissão de dados mais técnicos, não interferindo no uso de velocidade do usuário, prossegue sendo listado como compatível na maioria dos aparelhos.

Em 2003 foi lançada a notação 802.11g. Além de melhorias na segurança e novas codificações, o novo formato permitiu que os aparelhos enviassem e recebessem sinais a velocidades de 54 Mbps, seguindo a evolução das redes de transmissão. Por fim, em 2009, passou a vigorar no mercado a notação 802.11n. Ela foi responsável por ampliar a capacidade de transmissão para até 450 Mbps.

Em resumo: a geração 802.11n, mais atual, veloz e segura, aos poucos substituirá por completo as anteriores. Por isso, é importante verificar dados como esses antes de comprar um aparelho. Afinal, a variação de preço entre eles é pequena e vale a pena investir em um produto com durabilidade maior.
Gerações de Wi-Fi

Como as notações afetam o seu cotidiano?

Antes de comprar um modem, um roteador ou mesmo um aparelho celular, é válido conferir em suas especificações técnicas quais são os tipos de Wi-Fi suportados. Em geral, os modelos mais recentes suportam todos eles. Contudo, ainda assim, é importante checar a velocidade máxima de transmissão de dados.

Embora exista retrocompatibilidade, ou seja, o padrão 802.11n (mais novo) suporte todos os anteriores, é preciso ficar atento aos limites de velocidade. Se o seu roteador for 802.11n, mas o smartphone for compatível apenas com 802.11g, sua velocidade ficará limitada aos 54 Mbps da versão antiga.

Mesmo os aparelhos mais novos podem ter limitações em suas velocidades. Assim, você pode encontrar no mercado modems e roteadores com velocidades limites de 150 Mbps, 300 Mbps e 450 Mbps. As duas primeiras velocidades são as mais comuns.


Os modems de 450 Mbps ainda são raros para uso residencial. Os primeiros modelos compatíveis com essa velocidade foram lançados no final do ano passado nos EUA e, aos poucos, começam a chegar ao Brasil via importação.

Por isso, antes de trocar o seu plano de dados, caso a operadora de telefonia não ofereça um modem compatível com o serviço, verifique se não será necessário trocar o seu equipamento por outro mais novo.

No Brasil, as velocidades de banda larga mais comuns – 1, 2, 5 e 10 Mbps – oferecem melhor compatibilidade com o padrão 802.11n. Caso contrário, ainda que disponha de uma alta velocidade, você não poderá usufruí-la ao máximo.